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Domingo, 29.01.12

A terapia que cura recorrendo a medicamentos naturais

A homeopatia foi criada em 1796 pelo médico alemão Samuel Christian Frederic Hahnemann e introduzida em Portugal em meados do século XIX, devido à perseverança do médico António José de Lima Leitão.

Atualmente fala-se muito desta terapia, cada vez mais usada no Ocidente. A homeopatia tem mais de dois séculos de existência e utiliza-se como alternativa eficaz à medicina convencional em casos de gripe, insónias e outros problemas.

A terapia rege-se pela legislação europeia sobre medicamentos desde 13 de outubro de 1992, o que implica a regulação da elaboração e dos registos dos medicamentos. Desta forma, estão submetidos e estritos controlos, tal como os fármacos convencionais. O termo homeopatia tem a sua origem etimológica no grego homoios (semelhante) e pathos (doença). Numa definição mais actual a homeopatia é considerada uma alternativa delicada, e ao mesmo tempo eficaz, aos fármacos químicos.

Baseia-se na ideia de que para combater uma doença se deve utilizar a mesma substância que provocaria o problema numa pessoa saudável. É o que se conhece como a Regra da Similitude, que Hahnemman completou com a ideia da terapêutica individual, segundo a qual uma pessoa doente é uma unidade formada por corpo, alma e espírito, logo qualquer que seja a doença, apenas se pode explicar mediante o desenvolvimento individual, a personalidade e outras características do paciente.

O diagnóstico homeopático não se limita às manifestações físicas da doença, tenta estudar o próprio doente, incluindo as suas características psíquicas e espirituais junto à análise das condições de vida, costumes alimentares, pressões no trabalho, situação familiar.

Outro princípio básico da homeopatia é a infinitesimalidade. Isto significa que se a acção da substância que se administra é muito forte, o sintoma que se gera é mais nocivo. A concentração homeopática do medicamento é o que determina que a sua acção seja lesiva ou estimulante. Por isso, o homeopata trata de administrar doses adequadas sem efeitos tóxicos.

Como atua?

As substâncias usadas pela homeopatia são as plantas, os minerais, substâncias químicas em concentrações muito diluídas, habitualmente em água e, em algumas ocasiões, com álcool.

A principal distinção da homeopatia em comparação com outros sistemas (como a fitoterapia, trofoterapia, cura pelos alimentos, hidroterapia) é que usa doses mínimas de qualquer substância.

As ditas substâncias são diluídas, potencializadas ou dinamizadas no laboratório para obter a denominada potência.

Além disso, tal como sublinha, a regra do princípio da similitude, segundo o qual uma substância usada em doses elevadas pode provocar uma doença, que pode ser combatida, quando se manifesta num doente, usando essas mesmas substâncias em doses reduzidas. Trata-se de usar a capacidade de defesa do nosso organismo, estimulando todos os processos implicados na protecção perante a doença.

Uma suave estimulação homeopática pode ajudar a que mecanismo de defesa que foi insuficiente perante a doença se torne eficaz. Uma das vantagens que podemos destacar da homeopatia é a ausência de efeitos secundários. Hoje, há mais de 100 laboratórios distribuídos por todo o mundo que se dedicam a elaborar produtos homeopáticos e o dinheiro que a homeopatia move ultrapassa os mil milhões de dólares. As pessoas impacientes não devem recorrer à homeopatia, pois esta é uma terapia que se baseia em tratamentos longos e metódicos.

fonte:http://saude.sapo.pt/

publicado por adm às 22:11 | link do post | comentar | favorito
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